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Rev. Junio Cesar Rodrigues Lima
Pastor Efetivo da 2ª IP de Honório Gurgel
Presidente do Presbitério Madureira
Maiores informações: revjuniocesar@yahoo.com.br |
Sínodo
Rio de Janeiro realiza sua 46ª Reunião Ordinária
A reunião está programada para
os dias 13 a 16 de julho na Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro
Conforme
prescreve a Constituição da Igreja Presbiteriana do Brasil, os Sínodos, concílios que exercem jurisdição sobre três ou mais Presbitérios, devem se reunir ordinariamente de dois em dois anos, sempre nos anos ímpares, a fim de organizar, disciplinar, fundir, dividir ou dissolver Presbitérios; resolver dúvidas e questões; superintender a obra de evangelização, de educação religiosa, das Confederações Sinodais e demais secretarias; designar ministros para a execução de seus planos; defender os direitos, bens e privilégios da igreja; apreciar os relatórios e examinar as atas dos presbitérios, dentre outras coisas de sua competência.
Na última Reunião Ordinária (RO) a mesa executiva contou com a presença do Rev. Jouberto Heringer da Silva, reeleito como presidente, e do Rev. João Batista Borges, eleito como segundo secretário (secretaria de atas). Ambos os pastores são representantes do Presbitério Madureira, atualmente o maior Presbitério do Brasil com 19 igrejas e 9 congregações, constituindo uma das maiores bancadas do Sínodo com 04 ministros e 04 presbíteros.
O secretário executivo, Rev. Wladimyr Soares de Brito enviou as convocações para os Presbitérios jurisdicionados. Geralmente a reunião acontece na segunda quinzena de julho sempre ao entardecer.
Os Presbitérios Rio Norte, Madureira, Ilha do Governador, Guanabara e Rio de Janeiro já estão preparando suas propostas e documentações. Dentre os assuntos a serem abordados está o
provável desdobramento do Sínodo, assunto bastante discutido
na 44ª RO e não aprovado pela maioria dos conciliares.
Entre a 44ª e a 45ª RO, o Sínodo resolveu fundir o Presbitério Novo Rio de Janeiro ao Madureira, jurisdicionando a ele as igrejas de Curicica, Marechal Hermes, Fontinha, Jacarepaguá, Taquara, Sulacap e Barra da Tijuca. A medida trouxe muita discussão devido a extensão geográfica e a dificuldade de operacionalizar as questões administrativas.
Hoje, após quase 03 anos de fusão, o PMAD já demonstrou que teve competência para administrar a situação e realizar duas Reuniões Ordinárias onde os assuntos foram esgotados com tranquilidade e bom senso. Os ministros e presbíteros já estão integrados e planejando novas diretrizes para o Concílio. Resta-nos saber se o PMAD pretende, caso o desdobramento seja discutido, defender uma provável divisão do Presbitério, inevitável caso o SRJ se desdobre por questões geográficas, ou continuar lutando pela integração do Concílio.
Sendo de uma forma ou de outra, o reino de Deus sairá vitorioso.